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PÁGINA OFICIAL












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Visitante |
FUNDADO EM 1985
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PATROCINADORES |
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Pescadores de Rabo de Peixe - Lotaçores |
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Central de Madeiras |
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EQUIPAMENTO |
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Desportreino |
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Lacatoni |
| 1º Madalena |
| 2º Angrense |
| 3º Capelense |
| 4º Boavista |
| 5º Lusitânia |
| 6º Vitória do Pico |
| 7º União Micaelense |
| 8º Marítimo |
| 9º Vilanovense |
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10º Rabo Peixe |
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...saiba mais... |
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Próximo jogo |
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Vilanovense vs Rabo Peixe dia
02/11/2008 ás 15h00 |
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Marcadores |
| Emanuel Simão |
3 |
| David |
3 |
| Bento Freitas |
1 |
| Mauro |
1 |
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...saiba mais... |
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DOPING |
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Chat
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O Desportivo viaja com a
Avenida D. Joao III, 1
9500 310 Ponta Delgada
Tel: 00351 296 205750
Fax: 00351 296 205759
eMail: a.v.iberica@mail.telepac.pt
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Clube Desportivo de Rabo de Peixe

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III DIVISÃO - SÉRIE AÇORES |
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"Herói à beira-mar"
O golo de
Rui Manuel
ditou a concretização do sonho do Rabo de Peixe e o defesa-central virou
protagonista de um sucesso antecipado.
Saiba mais...
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"Rui Manuel faz história"
O
Defesa do Rabo de Peixe
Rui Manuel
marcou o golo que ditou o empate no confronto com o Santiago e que valeu a
inédita presença dos pescadores no grupo dos cinco primeiros da série Açores.
Saiba mais... |
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Presidente procura alternativas |
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O Desportivo de Rabo de Peixe vai a eleições dentro de três semanas e tudo
aponta para que Jaime Vieira não avance para uma recandidatura à
presidência, ele que na época finda acumulou o cargo directivo com o de
treinador, desejando agora dedicar a sua atenção apenas ao campo técnico.
O presidente e treinador aguarda que surja uma lista alternativa para o
suceder no elenco directivo, mas se tal não se verificar, cenário que se
afigura como o mais provável em virtude de não se notar qualquer
movimentação nesse sentido, o mais certo é que Jaime Vieira opte por
convidar uma pessoa da sua confiança para assumir o cargo de presidente,
mantendo-se ligado à estrutura directiva numa posição de menor relevo, mas
sempre disponível para ajudar.
Nos objectivos do ainda presidente cabem ainda a contratação de um
coordenador para a formação, área na qual o clube quer reforçar a aposta no
sentido de colher mais frutos no futuro para a equipa sénior.
Quanto ao plantel para 2008/09, Jaime Vieira já iniciou os contactos para
renovar com os jogadores que interessa manter. Dessa lista fazem parte
aqueles que constituíram a base do sucesso na temporada agora terminada, mas
o defesa Rui Manuel já manifestou a vontade de sair, sendo praticamente
adquirido que não permanecerá no clube.

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Março mês negro para o Desportivo |
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O
mês de Março de 2008, termina com lesão grave do defesa central
Ruben Sousa,
o atleta de Rabo de Peixe, fracturou a tíbia e perónio da perna direita,
encontrando-se neste momento hospitalizado no Hospital Divino Espírito Santo
no serviço de ortopedia, a aguardar cirurgia, que vai decorrer esta
quinta-feira dia 07/04/2008.
Após a conquista do principal
objectivo para a época 2007/2008, o Desportivo inicia a 2ª fase da Série
Açores e durante o mês de Março os resultados alcançados em nada espelham o
que se passou em campo, iniciando assim uma série de situações negativas,
passando pelo falecimento do nosso querido e amado Director Messias e
terminando com a lesão grave do atleta Ruben Sousa. Após balanço a este mês
negro, a Direcção do Desportivo de Rabo de Peixe deixa votos para que este
ciclo de azar tenha terminado e que Abril traga muitas alegrias.
"Ruben Sousa já foi operado" O atleta
Ruben Sousa,
foi operado no dia mundial da saúde (07/04/2008), uma operação que demorou
cerca de duas horas e meia. O ortopedista Dr. António Rebelo, disse que a
operação foi um sucesso e que e se não houver complicações pós operatórias e
sendo o
Ruben Sousa
ainda um atleta bastante jovem, afirmou que dentro de quatro meses já
poderia treinar. |
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O Desportivo está de luto |
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Faleceu esta madrugada (27/03/2008) vitima de um enfarte do miocárdio o nosso Director
Messias.
É com imenso pesar e
grande tristeza que recebemos a informação da morte do companheiro e
Director Messias.
O Clube Desportivo de Rabo de Peixe vem
prestar os seus sentimentos à família Messias, pela perca deste tão amado e
admirado Director.
Que homenagem podemos prestar ao
companheiro e Director que se foi e que, além da saudade, deixa uma enorme
lacuna no nosso quadro? O nome numa sala? Um retrato emoldurado? Uma placa?
Tudo isso é possível, mas não é suficiente. A nossa melhor homenagem ao
nosso Director Messias é dar continuidade ao projecto do Desportivo de Rabo
de Peixe um projecto com que ele sonhava todos os dias. É pedir mais
participação dos que, mal ou bem, participam, é trazer para o nosso lado os
que estão de fora. É, sobretudo, fazer o possível para que nosso próximo
encontro, seja uma vitória, dedicada a este grande Director.
Hoje,
29/03/2008 pelas 14h00 realizou-se o funeral do nosso querido Director
Messias. Estiveram presentes no último adeus ao Director Messias o Deputado
da Assembleia Regional Dr. António Pedro, o Presidente e Vice Presidente da
C. M. da Ribeira Grande, O Presidente da Junta de Freguesia de Rabo de
Peixe, o Presidente do Desportivo de Rabo de Peixe, Direcção, Jogadores, as
Sociedades Filarmónicas de Rabo de Peixe e alguns milhares de populares que
quiseram estar presentes neste último adeus a uma pessoa que deixou muitas
saudades na Vila de Rabo de Peixe. |
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União Micaelense joga fora |
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O líder da série Açores de futebol vai iniciar a segunda fase da competição
na condição de visitado, ditou o sorteio hoje realizado na sede da Federação
Portuguesa de Futebol. O União Micaelense desloca-se ao Jácome Correia para
defrontar o Capelense, enquanto que na Terceira assistir-se-á a um sempre
apetecível Praiense - Angrense.
Os “pretos” da rua dos Mercadores folgam na segunda ronda, recaindo as
maiores expectativas no desafio que vai opor o Angrense ao Capelense. É
na segunda ronda que o Rabo de Peixe faz a estreia nesta fase ao receber o
Praiense.
Quanto à série dos últimos, o Boavista folga e poderá perder o primeiro
lugar para o Santiago caso a turma de Água de Pau vença, em casa, o
Marítimo. Nas Lajes, o Lajense joga aquela que será a última cartada nas
suas aspirações quanto à manutenção, recebendo o Fayal Sport que também está
proibido de perder se quiser encurtar distâncias.
Série apuramento campeão:
1.ª jornada (02/03/08)-Folga - Rabo de Peixe
Capelense – União Micaelense
Praiense – Angrense
2.ª jornada (09/03/08)-Folga - União Micaelense
Angrense – Capelense
Rabo de Peixe – Praiense
3.ª jornada (16/03/08)-Folga - Praiense
União Micaelense – Angrense
Capelense – Rabo de Peixe
4.ª jornada (30/03/08)-Folga - Angrense
Rabo de Peixe – União Micaelense
Praiense – Capelense
5.ª jornada (06/04/08)-Folga - Capelense
Angrense – Rabo de Peixe
União Micaelense – Praiense
Série da despromoção:
1.ª jornada (02/03/08)-Folga - Boavista São Mateus
Santiago – Marítimo
Lajense – Fayal Sport
2.ª jornada (09/03/08)-Folga - Marítimo
Fayal Sport – Santiago
Boavista – Lajense
3.ª jornada (16/03/08)-Folga - Lajense
Marítimo – Fayal Sport
Santiago – Boavista
4.ª jornada (30/03/08)-Folga - Fayal
Boavista – Marítimo
Lajense – Santiago
5.ª jornada (06/04/08)-Folga - Santiago
Fayal Sport – Boavista
Marítimo – Lajense

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Rui Manuel
reservou um lugar na galeria dos notáveis do Desportivo de Rabo de Peixe ao
marcar o golo que ditou o empate na recepção ao Santiago, igualdade que
serviu na perfeição os intentos dos “azuis” que necessitavam de um ponto
para ficarem no grupo dos cinco primeiros da série Açores de futebol.
O experiente defesa cotou-se como um dos melhores em
campo e para além de ter contribuído para o equilíbrio defensivo do conjunto
da vila piscatória, ainda teve arte e engenho para subir à área contrária e
marcar o golo que assinalou um momento ímpar na história da colectividade.
A explosão de alegria ao minuto 55 era mais que
justificada e a festa fez-se após o último apito do árbitro. O Rabo de Peixe
tinha acabado de conseguir a permanência directa na III divisão, Jaime
Vieira era levado em ombros e Rui Manuel era o herói de um jogo que teve
cerca de um milhar de pessoas nas bancadas do Municipal da Ribeira Grande,
campo alternativo ao do Bom Jesus por motivo de interdição de um jogo.
Depois daquela que terá uma das suas melhores
noites de sono, o protagonista do maior feito do clube recordou com um
sorriso o golo marcado e a festa no final da partida. “Foi, sem dúvida, um
golo importante, mas não se deveu apenas a mim. Tenho que distribuir os
louros pelos colegas e equipa técnica”, disse.
Foram quatro jornadas de grande ansiedade que culminou
com o concretizar do objectivo traçado para a temporada. O Rabo de Peixe
somou por vitórias os últimos quatro desafios com a particularidade de ter
derrotado três dos conjuntos mais fortes do campeonato: Praiense, União
Micaelense e Santiago.
Um feito conseguido em grande parte através do ambiente que se vive
no balneário. “Encaramos os quatro jogos finais com grande humildade e
respeito e conseguimos o objectivo”, atestou Rui Manuel.
O defesa-central nem encontra palavras para
descrever o sentimento. “É uma sensação muito boa entrar para a história do
clube. Se no início da época não pensávamos garantir a permanência na
primeira fase a partir do momento em que verificamos o equilíbrio patente no
campeonato não enjeitamos a possibilidade de ir mais além e concretizar a
nossa ambição antes do tempo”, adiantou.
Daqui para a frente tudo o que vier por
acréscimo será bem-vindo e Rui Manuel não pensa em ficar pelo quinto lugar.
“Pela envolvência das pessoas e pelo carinho que dispensam a vila de Rabo de
Peixe merece ter um clube na II divisão. Temos a manutenção garantida e nada
temos a perder daqui para a frente, pelo que com a nossa ambição
procuraremos realizar uma segunda fase ainda melhor”.

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Poderá Rabo de Peixe ser campeão? |
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Na luta do sobe e desce para os
primeiros cinco, vimos esta tarde o Rabo de Peixe com muita vontade e
coração enquanto que a turma do Santiago apenas poderá lutar pela
manutenção.
Jogo muito disputado esta tarde na Ribeira
Grande entre Rabo de Peixe e Santiago, onde deslocaram se algumas centenas
de adeptos, em larga maioria da vila piscatória.
Era e foi o jogo da época para o
Santiago que com esta derrota cai para sétimo lugar da série açores, um
lugar decepcionante para as aspirações da turma de Água de Pau, quanto ao
Desportivo de Rabo de Peixe o seu objectivo foi alcançado, objectivo este
que passava pela manutenção na prova ficando no grupo dos cinco primeiros.
Relativamente ao jogo, a primeira parte foi
muito disputada a meio campo, com alguma superioridade para os azuis.
Santiago a jogar com apenas três jogadores no seu meio campo, onde o
Desportivo colocava quatro jogadores, dai a superioridade da turma de Rabo
de Peixe.
A segunda parte foi mais interessante, com
os golos a aparecerem e a dúvida a pairar no ar até ao apito final do
árbitro micaelense Nuno Medeiros.
Santiago, que se colocou na frente do
marcador pelo inevitável Emanuel Simão à passagem dos 50 minutos com um
remate fora do alcance de Marco Penacho. A resposta do Rabo de Peixe não se
fez esperar e passado 5 minutos num pontapé de canto inexistente, onde no
meio da confusão Rui Manuel mete a bola no fundo das redes de Armindo.
Depois assistiu-se a um jogo de muita luta
e de algumas entradas muito duras, que resultou a expulsão do médio Artur
Santos por parte do Santiago por acumulação de amarelos.
Rabo de Peixe esteve mais perto de marcar,
pois a jogar em contra ataque criaram algumas oportunidades para alterarem o
marcador, Santiago que mostrou pouca frescura física no final do encontro,
daí nunca ter conseguido criar situações nítidas de golo.
Depois do apito final do árbitro, foi a
festa no Municipal da Ribeira Grande por parte dos adeptos, dirigentes e
jogadores do Rabo de Peixe, onde a estrela que mais brilhou foi o
Presidente, Treinador, Director, ou seja, o “Faz-Tudo” no Desportivo, seu
nome Jaime Vieira, é o grande responsável pelo sucesso da Equipa de Rabo de
Peixe.
Pela negativa no final do jogo Eurico
Santos, a pedir explicações ao árbitro e a ter que ser afastado pelos
agentes da autoridade. Com esta derrota prevê-se dias atribulados em Água de
Pau, onde o futuro de Eurico Santos será o tema de discussão.
Em relação à arbitragem de Nuno Medeiros
esteve num plano muito razoável, mas temos de realçar que de todos os
membros da arbitragem houve uns melhores que outros... são coisas do futebol
independentemente de onde este seja praticado.
Ficha técnica
Campo:
Municipal da Ribeira Grande
Árbitro:
Nuno Medeiros; Auxiliares: Cristóvão Moniz e Nélson Moniz
Rabo de Peixe:
Marco Penacho; Raposeiro (Paulinho, 58), Rui Manuel, Gonçalves e José
Manuel; Viana, Ia Ia e Márcio Lima; Lelé (Marcinho, 81), Mauro (Vitinha, 66)
e Jaló.
Treinador:
Jaime Vieira.
Santiago: Armindo; Bruno Sousa, Carlitos, David e
Aguinaldo (Ivo, 45); Chico (Tozé, 66), Ludgero (Rui Luís, 81) e Artur
Santos; Romicha, Bento Freitas e Emanuel Simão.
Treinador: Eurico Santos.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Emanuel Simão (50) e Rui Manuel
(55).
Disciplina:
Cartão amarelo para Aguinaldo (29), Ludgero
(31), José Manuel (45),
Gonçalves (70), Emanuel Simão (70), Lelé
(73), Vitinha (79), Márcio Lima (80), Artur Santos (80 e 89), Jaló (87) e
David (90).
Cartão vermelho, por acumulação de
amarelos, para Artur Santos (89).
Por:
H.O.
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Alegria em Rabo de Peixe e completa decepção em Água de Pau. A formação da
vila piscatória garantiu a soma do ponto que lhe faltava para segurar o
quinto lugar na série Açores e assim festejar a manutenção directa na prova,
enquanto que o Santiago, que estava obrigado a vencer para conseguir igual
desiderato, nunca se deu bem com a pressão e acabou por cair para o sétimo
lugar, constituindo-se como a maior desilusão da prova.
Era o jogo de todas as decisões para os
dois conjuntos, aqueles que iriam discutir a única vaga que faltava
preencher no grupo dos cinco primeiros. Se ao Rabo de Peixe o empate era
suficiente, para o Santiago só a vitória interessava para igualar o
adversário na classificação e arrebatar a quinta posição pela vantagem no
confronto directo.
Por isso, o desafio foi mais táctico do que
técnico, mais transpirado do que inspirado, valendo essencialmente pelos
dois golos apontados, um para cada lado, um desfecho que beneficiou o Rabo
de Peixe que segurou o quinto lugar e relegou os pauenses para um impensável
sétimo lugar. À alegria dos pescadores no relvado contrastou as lamentáveis
cenas verificadas no balneário do Santiago com os jogadores a acusarem-se
mutuamente e quase a chegarem a vias de facto.
A primeira parte teve pouco para contar
porque as equipas demoraram cerca de vinte minutos a revelar audácia para
chegarem com perigo junto da baliza contrária, optando o Rabo de Peixe por
deixar o tempo correr e o Santiago a não conseguir assumir o comando do
encontro. A partida corria de feição aos da casa – neste caso jogaram em
casa emprestada – que chegaram ao intervalo com metade do objectivo
concretizado.
Eurico Santos tinha que
arriscar para chegar ao triunfo e não demorou a fazê-lo. Apostou em Ivo para
reforçar o ataque e prescindiu de Aguinaldo, deixando a esquerda da defesa a
cargo de Ludgero. Uma opção que deu frutos aos 50 minutos quando Emanuel
Simão coloriu o marcador e reforçou a esperança dos pauenses na presença no
grupo dos primeiros.
Mas a resposta dos visitados não
demorou e cinco minutos volvidos Rui Manuel restabeleceu a igualdade,
aproveitando uma defesa incompleta de Armindo para recolocar tudo na estaca
zero. Nesta altura, era o Rabo de Peixe quem tinha a permanência garantida,
objectivo que ficou concretizado quando o árbitro apitou pela última vez.
Nos 35 minutos que mediaram o empate
e o final da partida assistiu-se a um jogo de nervos, com os comandados de
Jaime Vieira a recuarem instintivamente na defesa do empate que lhes servia
na perfeição, enquanto que os forasteiros atacavam mas nem sempre da melhor
forma. A expulsão de Artur Santos veio complicar as coisas, ficando
igualmente por mostrar o vermelho directo a Márcio Lima ainda antes do
Santiago ter ficado reduzido a dez.
Ficha técnica
Árbitro: Nuno Medeiros (A F Ponta Delgada).
Auxiliares: Cristóvão Moniz e Nélson Moniz
Rabo de Peixe: Marco Penacho; Raposeiro (Paulinho, 58), Rui Manuel,
Gonçalves e José Manuel; Viana, Ia Ia e Márcio Lima; Lelé (Marcinho, 81),
Mauro (Vitinha, 66) e Jaló.
Treinador: Jaime Vieira.
Santiago: Armindo; Bruno Sousa, Carlitos, David e Aguinaldo (Ivo, 45); Chico
(Tozé, 66), Ludgero (Rui Luís, 81) e Artur Santos; Romicha, Bento Freitas e
Emanuel Simão.
Treinador: Eurico Santos.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Emanuel Simão (50) e Rui Manuel (55).
Disciplina: cartão amarelo para Aguinaldo (29), Ludgero (31), José Manuel
(45), Gonçalves (70), Emanuel Simão (70), Lelé (73), Vitinha (79), Márcio
Lima (80), Artur Santos (80 e 89), Jaló (87) e David (90). Cartão vermelho,
por acumulação de amarelos, para Artur Santos (89).
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Em três resultados possíveis dois servem ao Desportivo de Rabo de Peixe.
Após a nomeação do "Árbitro
Nuno Medeiros da Associação de Futebol de Ponta Delgada" as
probabilidades do Desportivo de Rabo de Peixe tendem a aumentarem, pois na época
transacta (2006/07) em que o Desportivo foi Campeão Regional, o Árbitro Nuno
Medeiros nas partidas em que arbitrou o Desportivo de Rabo de Peixe, este
nunca perdeu (11ª
Jornada 12/02/2007 - RP 3 - 1 SPC Ideal), (14ª
Jornada 04/03/2007- RP 2 - 1 Marítimo), esperemos que a tendência
se mantenha, aumentando assim as "Probabilidades" de, o Desportivo de
Rabo de Peixe cumprir já este domingo, com o seu objectivo que é o da
manutenção.
Tendo sido um dos árbitros da
AFPD sem arbitragens polémicas e com bastante regularidade no seu trabalho,
a qualidade das arbitragens do
Árbitro Nuno Medeiros demonstradas nas ultimas épocas e já nesta época em
jogos da III Divisão Nacional, não vem pôr em causa o jogo deste domingo na
Ribeira Grande entre o "Rabo de Peixe vs Santiago", contrariando assim algumas
vozes que estão contra a nomeação do "Árbitro Nuno Medeiros" |
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Mata-Mata na Ribeira Grande jogo da época para o Desportivo de Rabo de Peixe
e Santiago |
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Jogo grande na tarde de Domingo
no relvado da Ribeira Grande entre o Desportivo de Rabo de Peixe e o
Santiago pelas 15 horas.
Rabo de Peixe que não irá jogar no seu
campo devido a um castigo imposto pela Federação Portuguesa de Futebol.
Será, certamente, um jogo de nervos e onde
deverá deslocar-se algumas centenas de adeptos das duas equipas à cidade da
Ribeira Grande.
Um duelo de muita pressão para ambas
equipas, mas será com certeza maior para o lado da equipa de Água de Pau,
pois o seu grande objectivo é ser campeão da Série Açores, objectivo este
que foi delineado no inicio da época, um jogo que também provavelmente
decidirá o futuro do treinador Eurico Santos, pois ao acontecer um derrota
da sua equipa certamente não deverá permanecer no comando técnico da mesma.
Santiago defrontará um moralizado Rabo de
Peixe que contará com o apoio dos seus fanáticos adeptos, equipa que nas
ultimas duas jornadas consegui resultados muitos importantes, foi vencer ao
Praia da Vitória e à Grotinha, duas grandes vitórias que galvanizaram a
equipa, por isso espera-se um jogo electrizante entre ambas as equipas.
Será que Rabo de Peixe conseguirá a
manutenção já no próximo Domingo, ou será que Santiago continuará a lutar
pelo seu grande objectivo que é ser Campeão das Série Açores 2007/2008?
Aceitam-se apostas ….
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No ultimo jogo da primeira
volta "Santiago vs Rabo de Peixe" foi elaborado um processo
disciplinar pelo Concelho de Disciplina da Federação afim de averiguar
pretensos comportamentos menos correctos do público para com o trio de
arbitragem, comportamentos esses que não se sabe se foram adeptos do Rabo de
Peixe ou Santiago, pois a equipe de arbitragem, não pediu a identificação
aos agentes de autoridade presentes de nenhum elemento do publico.
Uma volta depois é concluído o processo disciplinar e a
deliberação do Concelho de Disciplina da Federação, penaliza o Desportivo
de Rabo de Peixe com a interdição de um jogo no seu campo, mais a
respectiva multa. Coincidência ou não o jogo de castigo é o ultimo da
segunda volta, "Rabo de Peixe vs Santiago". O futebol tem
destas coisas... |
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Foi um jogo intenso aquele que União Micaelense e Rabo de Peixe
proporcionaram na Grotinha, com a formação da vila piscatória a conseguir
uma importante vitória em terreno alheio, três pontos somados que deixam os
comandados de Jaime Vieira a um escasso empate de garantirem a manutenção
directa na série Açores.
Consciente de que não poderia perder sob pena de hipotecar as suas
esperanças de garantir a manutenção directa na série Açores, o Rabo de Peixe
subiu ao relvado do União Micaelense de peito aberto e com a firme
disposição de discutir o triunfo.
Uma atitude que valorizou o espectáculo e que agradou aos espectadores que
ali se deslocaram, pois presenciaram a várias oportunidades de golo e a uma
reviravolta que poucos esperariam. Aproveitando o balanceamento ofensivo dos
contrários, os unionistas foram criando oportunidades de golo em número
suficiente para chegarem ao intervalo em vantagem, mas nunca conseguiram
materializá-las em golo.
Em algumas ocasiões por deficiência no remate, outras porque Marco Penacho
oponha-se com valentia. No outro lado, Pedro Martins tinha menos trabalho.
Contudo, o Rabo de Peixe nunca deixou de procurar as redes dos “pretos” e no
decorrer do primeiro tempo deu claras indicações que desejava regressar a
casa com os três pontos.
Apesar das ameaças, golos só na segunda parte. E o primeiro para o União
Micaelense, apontado por Rui Carvalho aos 49 minutos, aproveitando uma
defesa incompleta de Marco Penacho para colocar a sua equipa em vantagem.
Pensava-se que a partir daqui os pupilos de Miguel Ferreira já não deixariam
fugir o triunfo, até porque no seu terreno ainda não tinham perdido.
Mas a reacção do Rabo de Peixe foi enérgica e três minutos depois Jaló, de
livre directo, recolocou a igualdade no marcador, lançado grande euforia nas
bancadas bem compostas por adeptos do emblema da vila piscatória.
O empate não interessava a nenhuma das equipas pelo que ambas foram à
procura do triunfo, sorrindo a felicidade aos forasteiros já perto do fim.
Um toque subtil de Mauro no interior da área foi o suficiente para bater
Pedro Martins pela segunda vez e colocar o Rabo de Peixe à porta do céu!
Ficha técnica
Árbitro: José Rodrigues (AF Porto).
Auxiliares: Mário Tibério e José Luzia.
União Micaelense: Pedro Martins; Rui Costa (Hélder Botelho, 76), João Mota,
Rui Melo e Samuel (Quental, 64); Ruizinho, Miguel Resendes e Rui Carvalho;
Tiago Silva, Paulo Sérgio e Minhoca.
Treinador: Miguel Ferreira.
Rabo de Peixe: Marco Penacho; Pedro Raposeiro (Paulinho, 57), Rui Manuel,
Gonçalves e José Manuel; Paulo Viana, Ia Ia e Márcio Lima (Cuvilito, 62);
Lelé (Vitinha, 74), Mauro e Jaló.
Treinador: Jaime Vieira.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Rui Carvalho (49), Jaló (52) e Mauro (87).
Disciplina: cartão amarelo para Jaló (15), Tiago Silva (43), Rui Manuel
(54), Raposeiro (56), Lelé (61), João Mota (76), Rui Carvalho (81), Paulo
Sérgio (89), Cuvilito (89), José Manuel (90+1) e Ia Ia (90+2).
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O Rabo de Peixe não vai poder realizar o último jogo da primeira fase do
campeonato da série Açores no campo do Bom Jesus, como inicialmente estava
previsto, isto porque o Conselho de Disciplina aplicou a pena de interdição
em virtude dos acontecimentos verificados na partida com o Santiago, em Água
de Pau, a 25 de Novembro passado.
Embora os relatórios da Polícia de Segurança Pública e do próprio árbitro do
jogo terem sido omissos no que se refere à proveniência dos arremessos de
pedregulhos, o Conselho de Disciplina decidiu considerar o Rabo de Peixe
culpado pela conduta menos própria dos adeptos, aplicando-lhe a pena de
interdição de um jogo, precisamente a cerca de duas semanas antes de receber
o Santiago.
Uma decisão que não foi bem acolhida pelo clube da vila piscatória na medida
em que não ficou comprovado que os arremessos foram efectuados por adeptos
do Rabo de Peixe, mas que vai obrigar a formação orientada por Jaime Vieira
a realizar o derradeiro encontro da primeira fase do campeonato em campo
neutro, possivelmente no Municipal da Ribeira Grande.
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Serie Açores: Antevisão 17ª Jornada |
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Faltando apenas duas jornadas
para tudo se decidir, fazemos a pergunta: Quem fica na luta pela conquista
do titulo da Serie Açores? e Quem assegura a manutenção?
No grupo dos cinco primeiros apenas U.
Micaelense é que já ganhou um lugar ao sol, mas com o Capelense e o Angrense
a seguir-lhe as pisadas.
Quanto ao grupo que luta
para não descer Lajense e Fayal Sport matematicamente já não tem hipóteses
de ficarem nos cinco primeiros, deixando esta missão para Marítimo, Boavista
e Rabo de Peixe que ainda sonham com a manutenção directa a duas
jornadas do fim da 1º fase.
O União Micaelense
recebe, nesta 17º jornada, o Desportivo de Rabo de Peixe. U. Micaelense,
que é o líder isolado da prova irá jogar no seu terreno, contra um Rabo de
Peixe moralizado pela vitória fora frente ao Praiense na passada semana e
que subiu ao quinto lugar igualando o Santiago ficando assim com mais
possibilidades de ficar no Grupo da frente.
O jogo grande da
jornada será certamente jogado no Campo Marques Jácome Correia, com o
Capelense actual segundo classificado a receber o actual terceiro
classificado Angrense, com nenhuma das duas equipas a querer perder de vista
o U. Micaelense espera-se um grande jogo de futebol inclusive com bastante
publico nas bancadas como já nos acostumou o Capelense esta temporada.
Outro grande jogo de
futebol, espera-se no Campo Mestre José Leste em Água de Pau, com os da casa
Santiago a receber o Praiense, precisando de pontos ambas as equipas para se
afirmarem nos cinco primeiros, será o Santiago que terá de ter a iniciativa
do jogo já que na jornada passada viu a sua quinta posição em risco devido
ao triunfo do Rabo de Peixe.
Em situação muito
complicada encontra-se o Lajense. A duas jornadas do fim da primeira fase se
encontra praticamente de volta aos regionais, a confirmar isso temos os 5
pontos apenas conseguidos em 16 jornadas desta Série Açores, Lajense recebe
este domingo o Marítimo, este último ainda a sonhar com um lugar no primeiro
grupo uma tarefa não muito fácil mas acreditam os homens da Graciosa.
No restante Jogo temos
o Fayal Sport a receber o Boavista, já sabendo que ficará no grupo da
despromoção o Fayal Sport tem de acumular o máximo de pontos possível nestas
duas jornadas restantes da primeira fase para manter acesa a chama da
manutenção terá certamente um jogo complicado frente ao Boavista que ainda
sonha com a manutenção já nesta primeira fase.
Por: Miguel Medeiros
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O Desportivo de Rabo de Peixe surpreendeu o Praiense pela forma como se
dispôs no meio-campo. Mauro e Lelé subiam ou recuavam harmonicamente
conforme a circunstância do jogo, enquanto Ia Ia e Márcio Lima foram muito
eficientes nas marcações e a cadenciar o ritmo da partida. Isto porque Rui
Manuel com um bom sentido posicional fazia de primeira vassoura e reduzia os
espaços do médio ofensivo do Praiense, quer fosse João Melo ou Miranda I.
Os micaelenses dominaram até meio da primeira parte, altura em que o
Praiense começou a explorar melhor a maior fraqueza do seu opositor: as
transições defensivas. O flanco direito teve uso preferencial, onde José
Manuel sentia algumas dificuldades. Os anfitriões mostravam-se perigosos,
por exemplo, em lances de bola parada. Num deles, Ia Ia atirou à trave da
baliza do seu próprio guarda-redes.
A seguir ao intervalo, o Rabo de Peixe marcou cedo, aos 57 minutos. O
Praiense tentou sarar o golpe, colocando muitas unidades na zona atacante e
com as entradas de Samuel e Luís Filipe. Destaque para as boas prestações
dos dois laterais, Nuno Hélder e Edmilson, com subidas tacticamente
correctas que proporcionaram muitos últimos passes.
Mas os domínios do tempo de posse de bola, das áreas médias e do número de
cantos, não tiveram correspondência na qualidade das situações de golo. À
medida que o jogo se aproximou do fim, o Rabo de Peixe foi ficando mais
sereno e crente e o Praiense mais aflito e baralhado.
Na fase do “chuveirinho”, em que o Praiense atacava com cinco e seis homens,
valeu ao Rabo de Peixe a voluntariedade e concentração da retaguarda com
grande destaque para o central Paulo Viana.
Carlos Amado esteve sofrível e uma ou outra vez mal auxiliado.
Ficha técnica
Árbitro: Carlos Amado (AF Leiria).
Auxiliares: Artur Louceiro e Ricardo Morgado.
Praiense: André; Nuno Hélder (Rui, 82), Meta, Tiba e Edmilson; Laurindo
(Luís Filipe, 69), Sabugueiro e João Melo (Samuel, 59); Brito, Anísio e
Miranda I.
Treinador: Moisés Pacheco.
Rabo de Peixe: Marco Penacho; Pedro Raposeiro, Rui Manuel, Gonçalves e José
Manuel; Paulo Viana, Ia Ia e Márcio Lima (Jaló, 59); Lelé (Marcinho, 74),
Mauro e Cuvilito (Vitinha, 84).
Treinador: Jaime Vieira.
Ao intervalo: 0-0.
Marcador: Lelé (57).
Disciplina: cartão amarelo para Márcio Lima (36), Lelé (58), Meta (71),
Mauro (83) e Paulo Viana (86).
José Eliseu.
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Era esperado nos últimos dias de Dezembro mas só chegou a Rabo de Peixe no
final de Janeiro. Jaló está de volta ao clube da vila piscatória após um mês
de ausência que será explicada de forma pormenorizada à Direcção do clube,
não devendo o atacante escapar a uma pesada multa, não estando contudo em
causa a sua reintegração no grupo de trabalho.
O atleta alegou motivos pessoais e de saúde para um atraso tão prolongado
que, inclusive, levou os responsáveis do clube a avançar para o processo de
rescisão com justa causa, tantas eram as incertezas quanto ao seu regresso e
à data certa em que se apresentaria na vila piscatória depois de ter ido
passar o Natal com a família.
Jaló já recomeçou a treinar e embora procure agora o melhor ritmo
competitivo para regressar à competição, é provável que possa ser convocado
para o importante desafio do próximo domingo, frente ao Praiense. A sua
chegada resolve um problema mas deixa outro nas mãos dos dirigentes que já
tinham Tati à experiência.
O avançado vinha dando boas indicações ao treinador e presidente, Jaime
Vieira, pelo que a Direcção irá analisar os recentes acontecimentos para
decidir se aposta em Tati ou se prescinde do atleta que se perfilava como a
alternativa a Jaló.
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Um Rabo de Peixe predominantemente ofensivo desembaraçou-se de forma clara e
inequívoca de um Lajense que não conseguiu suster a pressão atacante dos
locais. Jaime Vieira assumiu de forma clara a intenção de somar os três
pontos na recepção ao último classificado da série Açores e cedo se percebeu
isso quando se verificou que na ficha de jogo constava apenas um médio de
características defensivas, o inevitável Iaiá.
Daí para a frente só homens de vocação ofensiva que a partir do primeiro
apito do árbitro se lançaram na difícil tarefa de desmontar a linha recuada
do Lajense. A avalanche ofensiva dos da casa foi proporcionando diversas
ocasiões de golo, mas por uma perna, um ressalto ou uma defesa de Manuel
José o esférico tardava em entrar.
No entanto, o inevitável aconteceu à beira do intervalo e de um jogador de
quem nem se esperava que marcasse. Com tantos atletas no ataque foi o médio
defensivo quem foi à área adversária abrir caminho para a vitória do Rabo de
Peixe. Iaiá assinou o primeiro aos 43 minutos e sossegou as hostes da vila
piscatória.
O intenso domínio dos visitados só teve expressão na etapa complementar. O
Rabo de Peixe não tirou o pé do acelerador mas o Lajense subiu mais no
terreno e aproveitando os espaços os locais sentenciaram o jogo quando
Paulinho Gaguinga, de livre directo, fez levantar os adeptos. Uma folha seca
para a tranquilidade.
A partir daí os pupilos de Jaime Vieira limitaram-se a controlar as
operações sem nunca deixar de colocar o olho na baliza de Manuel José,
conseguindo Lelé, num rápido contra-ataque por ele iniciado e finalizado,
fechar a contagem nos 3-0, traduzindo em números a superioridade dos
micaelenses ao longo dos 90 minutos.
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Com o aproximar do final da primeira fase do campeonato da série Açores
todos os jogos assumem contornos decisivos e o plantel do Rabo de Peixe está
consciente que só a vitória lhe interessa no confronto caseiro com o Lajense
para não se despedir da luta por uma posição entre os cinco primeiros.
Os pupilos de Jaime Vieira sabem bem da importância do encontro deste
domingo e como o resultado que mais lhes interessa é o triunfo, a equipa vai
procurar tal objectivo a partir do primeiro minuto. O técnico não espera
facilidades contra um opositor que está em crescendo mas também não
equaciona outro resultado que não seja o sucesso da sua equipa.
“É um jogo diferente daquele que disputamos com o Angrense mas será,
possivelmente, a nossa última grande oportunidade de continuarmos a sonhar
com a manutenção directa. Vamos entrar em campo com espírito ganhador e com
o máximo respeito pelo adversário, opositor que tem vindo a crescer”,
salientou.
Jaime Vieira não quer facilidades apesar do Rabo de Peixe ter pela frente o
último classificado. “O Lajense pode estar em último mas ainda tem legítimas
aspirações à manutenção. No futebol não existem certezas e para evitar
surpresas teremos de jogar com o máximo de respeito e concentração”, vincou.
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Mercê de um triunfo claro e inequívoco sobre a formação do Rabo de Peixe, os
“encarnados” fazem p | |